BI e Dados

Urânia Atlas — Construímos o BI antes de vender BI

15 dashboards rodando há meses, da venda ao astrônomo voltando do campo.

O problema

Operação cresceu. Dado virou ilha em 4 sistemas.

CRM dizia uma coisa, financeiro outra, agenda dos astrônomos uma terceira. Cada reunião começava reconciliando planilha de quem. A operação tinha 4 personas — comercial, financeiro, CS, astrônomo — e cada uma vivia num pedaço diferente do dado. Decisão saía no escuro ou esperava o fim do mês.

A pergunta não era "qual SaaS de BI a gente assina". Era: como atravessar comercial, financeiro e operação de campo na mesma tela — cada persona vendo só o que importa pra ela — sem virar refém de ferramenta de prateleira?

O custo de não ter o quadro inteiro

  • Excel paralelo virava fonte da verdade

    Comissão calculada à mão, MPA fechada por planilha — atrito todo mês com o time

  • Cada persona via tudo (e nada)

    Vendedor abria dashboard do gestor, astrônomo não enxergava própria agenda

  • Astrônomo era caixa-preta

    Despesa, rota e check-in viviam fora — gestor só sabia no fim do mês

Alternativas

Por que SaaS de prateleira não atravessava a operação.

Cada um resolvia um pedaço — e cobrava um preço.

AlternativaO que resolviaOnde quebrava pra Urânia
Metabase / LookerDashboard rápido sobre SQLBom pra 1 fonte limpa. Travava quando precisava atravessar CRM + financeiro + agenda de campo com regra de negócio versionada.
Power BI / TableauVisual rico, ecossistema corporativoFórmula DAX vira código de uma pessoa só. Conector custom exige licença extra. Permissionamento por persona dá nó.
Dashboard nativo do KommoVisão comercial diretaResolve o comercial. Não atravessa pra financeiro, onboarding ou agenda de campo. Quadro inteiro continua picado.

O Atlas ficou num lugar diferente: plataforma própria, multi-fonte real, regra de negócio como código, login da empresa unificado. A operação inteira numa tela — e cada persona vendo só o que importa pra ela.

Como o padrão emergiu

Comercial primeiro. Depois financeiro. Depois o campo.

Atlas não foi projetado upfront — emergiu de 3 ondas, cada uma resolvendo uma dor de persona. A gente conta a evolução em uma call de 30 minutos.

  1. 01

    Primeiro vieram 8 dashboards comerciais

    Qualidade de fechamento, desempenho vendedor e SDR, MPA, comissão calculada, consistência CRM. Substituiu o Excel paralelo que ninguém confiava.

  2. 02

    Depois financeiro + onboarding + 4 painéis individuais

    Faturamento ligado ao agendamento real, calendário dos astrônomos, cada persona com a tela dela (vendedor, SDR, CS, astrônomo).

  3. 03

    Agora Field Ops mobile entra

    PWA dos astrônomos — agenda, check-in/out, despesa, rota. O dado já cai no BI — mesma fonte, mesma verdade.

O que vem junto

Não é só painel — é fundação multi-persona.

O que diferencia plataforma própria de dashboard SaaS empacotado.

  • 15 dashboards em 5 áreas

    Comercial (8), financeiro, onboarding, individuais (4) e visão geral — atravessam o quadro inteiro

  • Painel por persona

    Vendedor, SDR, CS e astrônomo entram e veem só o que é deles — meta, comissão, agenda

  • Field Ops PWA

    Agenda mobile, check-in/out, despesa e rota — sem app separado, sem dado paralelo

  • Regra como código

    "Venda fechada", "ticket médio", "consistência CRM" — fórmula versionada, audit trail

Login da empresa unificado, permissionamento por rota, sync diário sem ninguém apertar botão. Permissão pra entrar no Atlas não é a mesma de outras plataformas internas — granular por persona.

Fit

Pra quem Atlas serve de prova.

Faz sentido olhar pra quem

  • Empresas avaliando se a gente aguenta multi-fonte real (CRM + financeiro + sistema próprio) num painel só
  • Operações com 3+ personas precisando visões distintas (gestor, vendedor, time de campo) — não cabe num dashboard único

Não faz sentido pra

  • Empresas querendo template pronto — Atlas é Urânia-específico; cliente é projeto custom
  • Operação 1 persona + 1 fonte — Metabase resolve mais barato

Caso real

15 dashboards rodando há meses. 4 personas atendidas. 19 astrônomos integrados.

O Atlas roda na operação Urânia há meses — comercial, financeiro, onboarding, individual e Field Ops mobile no mesmo ecossistema. É a prova viva de que a gente atravessa multi-fonte antes de propor.

O padrão técnico do Atlas é o que sustenta o SKU BI personalizado sob medida — cliente recebe arquitetura validada na nossa operação primeiro. Identidade é replicada do Hub (source-of-truth de usuários e personas), e o CRM atravessa via Integração Kommo.

O que faz o Atlas atravessar de verdade:

Arquitetura em camadas curadas

Raw guarda o que veio da fonte. Curado é o que decide. Audit trail em cada transformação — ninguém muda fórmula no escuro.

Sync diário, sem clique manual

CRM sincroniza automático. Dashboards frescos toda manhã — gestor abre e age, não monta planilha.

Atlas é plataforma própria, não template — mas o padrão técnico viaja. Quando o cliente compra BI sob medida, o que ele recebe é arquitetura validada em produção há meses.

caso-real — atlas

Tecnologia que nasce de operação real.

Próximo passo

Quer o mesmo padrão na sua operação? Mapeamos antes.

A gente mapeia suas fontes, suas personas e como o dado decide na sua operação — e te diz se cabe um BI sob medida. Honestamente — se uma fonte só + Metabase resolve, te falo.

Pricing sob consulta. Mandamos orçamento depois do mapeamento.